domingo, 21 de janeiro de 2007

5 meses...

Já? Mas ainda ontem eram só quatro...
Nossa, só 5 meses, parece tanto mais...
Quê? Quantos? Só? Tudo isso?
E assim a vida passa...

Nevou e a gente fez boneco de neve. Nem sabia como fazer a bola gigante de neve, mas o Dave me ensinou. hehehe O nome do nosso boneco é Sam, sugestão do Jake, apesar da Livvy não ter concordado. Paciência. Brincamos também de guerra de bolinha de neve e tudo. Foi divertido.

Composition I

Já tive a primeira aula e amei. Escrevi dois textos na aula e agora tenho 3 textos pra escrever como tarefa de casa. Mas como dois são tema livre acho até que vai ser fácil. O engraçado é ter que escrever com espaçamento duplo, ou seja, pulando uma linha. Fora que a gente só pode escrever na frente da folha. Eita desperdício. hehehe
A professora é uma senhora, muito simpática, com cara de vó. Gentil, compreensiva, atenciosa. Foi essa a primeira impressão, ao menos, e como dizem que a primeira é a que fica, então o negócio já começou bem. hehehe
Como é engraçada essa história de escrever... Às vezes tenho uma dificuldade tremenda pra escrever, parece que travo e não sai nada, não consigo escrever uma só linha. Outras vezes escrevo sem pensar e só depois entendo o que escrevi. É como se as palavras tivessem vontade própria e eu não as pudesse segurar ou dominar, saem quando e porque querem, sem pressão, sem exigências, sem paciência muitas vezes... No tempo delas.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Primeiro dia de aula!!

Isso mesmo, primeiro dia de aula. Primeira vez que tive aula em inglês, fora as aulas de inglês do colégio, claro. hehehe. Aula de Antropologia: World Cultures!!! Muito bom. Tem mais 25 pessoas na minha classe. Alguns são mais velhos que eu, alguns são de outros países, enfim, uma turma legal. Gostei muito. Adorei que entendi tudo o que foi dito sem nem precisar pensar a respeito.
O professor parece bem gente boa. Irlandês, 33 anos, fez doutorado na área (não me pergunte exatamente o tópico...), fala palavrão e não vai mudar (palavras dele), casado, viciado em tv (tanto que nossas aulas vão acabar sempre às 8h30 pra dar tempo dele chegar em casa pra ver ER às 9h), bem humorado, cabeludo. Acho que é isso. Gostei dele, faz as aulas parecerem divertidas e faz o tempo voar. Tenho a impressão que vou gostar muito desse curso.
Adorei também o texto que ele deu pra gente ler, muito dez. Mostra claramente a visão antropológica dos fatos, e como um fato corriqueiro para uma determinada parte da população pode ser extremamente estranho e assustador para outra parte da população.
Obrigada pelo apoio. E desculpem por não entrar em contato, mas o tempo aqui voa. hehehe

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

ACONTECEU...

É estranho como a gente pode se preparar por dias, meses, anos, pra que algo aconteça e ainda assim não estarmos totalmente preparados. Todos os dias pensamos que falta pouco, que logo o sofrimento vai acabar, que ele vai deixar esta vida e não mais sentir dor, mas quando acontece é como uma punhalada. Pensamos, acreditamos, que estamos preparados, que será o melhor, mas quando a hora chega é um choque, como se fosse algo inesperado.
Não, ele não era mais jovem. Não, ele não andava mais. Não, ele não reconhecia mais ninguém. Não mais falava, não mais conjecturava, mas estava lá, presente de alguma forma. E agora não está mais...
"Descortina-se toda a enseada..." Não me esquecerei desta frase, dita há mais de dez anos.
Palavras. Poderosas palavras, sempre. Devemos ponderar muito antes de dizê-las, pois uma vez ditas não serão mais apagadas. Não serão mais nossas, terão vida própria. "Cuidado com o que desejas pois pode consegui-lo." Sábio dizer.
Milhões de pensamentos correm em minha mente. Muitas coisas, diversos assuntos, diversas perguntas sem resposta. Não sei o que pensar. É muito ruim estar tão longe, sem poder amparar os nossos. Não estar lá para o adeus final. Mando meu adeus por aqui. Tenha uma boa estadia na sua nova casa, que esta seja melhor que a terrena. Fique em paz, sem dor, para sempre.
E obrigado Senhor por colocar alguém aqui, pertinho de mim, para me dar um abraço numa hora dessas. E obrigado por colocar uma criança pra me dizer "Espero que você tenha uma boa noite de sono."