quinta-feira, 13 de setembro de 2007

PARABÉNS!!!

Parabéns pra você
Nesta data querida
Muitas felicidades
Muitos anos de vida!!!

Happy birthday to you
Happy birthday to you
Happy birthday dear mommy
Happy birthday to you!!!
TE AMO MUITO!!!
Não esqueci de você não, viu?!
Até mandei coisa pelo correio, mas com a greve...
Bom, espero que seu dia tenha sido ótimo!!!!!
Beijos mil dessa filha que morre de saudade
e que tá louca pra te dar um abraço apertado!!!
P.S.: O David comprou pizza pra gente porque era teu aniversário.

domingo, 9 de setembro de 2007

Boliche

Hoje fomos jogar boliche. Jogamos Livvy e eu contra Jake e David.
O time das meninas ganhou!!! IUPI!!! IUHU!!!
Fizemos 191 pontos (85 da Livvy mais 106 meus) e os meninos fizeram 187 (68 do Jake e 119 do Dave).

Inglês para falar dos filhos dos outros

Esse é o título do post de hoje do Crônicas do Iglu. Aliás, adoro esse blog! Não perco nunca!!!
Aqui vai o que a Flávia escreveu:
Quem já foi ao supermercado e torceu o nariz para aquela criança de aproximadamente dois anos, rolando pelo chão e berrando sem parar que tenha o primeiro filho. Se você é daqueles que acha que o seu filho fica chato quando está com fome ou com sono, mas o dos outros é cronicamente insuportável e sem educação, aqui vão algumas palavras básicas para poder falar do pestinha "in English":
"Bully" = metido a valentão, mas covarde e cruel, que tem prazer em agredir e humilhar os menores e mais fracos. É o filho daquela nova namorada do seu primo divorciado (que por sinal você queria apresentar àquela sua amiga recém-separada), que aterroriza as crianças pequenas nas festas da família. Bate, empurra, abaixa as calças delas em público, coloca pedras de gelo dentro da camisa do seu afilhado e inventa musiquinhas imbecis com os nomes dos seus sobrinhos. Se for o seu filho que faz isso, coitadinho, ele é hiperativo (em inglês, usa-se a sigla ADHD).
"Brat" = pestinha, criança mimada ou irritante. Não é por acaso que o filho do Homer Simpson atende por Bart, é um jogo de letras com "brat".
"Cheeky" = insolente, impertinente, atrevido, malcriado. Aquela pessoinha agradável, que sempre tem uma resposta para tudo na ponta da língua, contrariando o que você educadamente acabou de sugerir é "cheeky" (como eu era assim, sou tentada a dizer que só os mais "smart" conseguem ser "cheeky", mas estamos falando do filho dos outros, então é pura falta de educação mesmo).
"Crabby" ou "grumpy" = mal humorado, rabugento. O anãozinho Ranzinza da Branca de Neve atende por Grumpy, na versão original. Talvez seja regionalismo, mas pelo menos por aqui, "cranky" é mais usado para crianças e "grumpy" para adultos. "Crabby" para todas as idades."Cranky" = de mau humor ou, como dizem em algumas regiões do Brasil, "abusado". Alguém cronicamente rabugento pode ser "cranky pants" (adultos inclusive, quem não conhece um Mr. Cranky Pants ?). Um bebezinho chorando por tudo está "cranky" se for filho do vizinho, mas o seu só tem cólica. Uma expressão comum por aqui, que é um jogo de palavras com "crock pot" (panela elétrica que cozinha lentamente) é "crank pot". É difícil numa casa com "toddlers" (crianças de 18 meses a 3 anos) não haver um "crank pot" no final da tarde, mas na sua casa, o mal deles é sono.
"Spoiled" = mimado, estragado. Uma boa combinação é "spoiled brat" ou para meninas mimadas, fresquinhas e consumistas, "spoiled little princess". Se algum dia você achar que seus filhos são "spoiled", certamente é culpa das avós que fazem todas as vontades deles, porque você é uma mãe impecável.
"Sulky" = emburrado. A típica criança pequena que está "sulking" tem os braços cruzados, recusa-se a dizer uma palavra e ainda faz beicinho ("pout"). A típica esposa que está "sulking" é acometida por uma terrível enxaqueca quando o marido, após ter esquecido o aniversário de casamento, decide tentar uma comemoração íntima no quarto (isso duas semanas depois do esquecimento).
"Tantrum" ou "hissy fit" = aquela birra homérica, com direito a uma levantada de pescoço do freguês que estava lá no corredor das verduras, para espiar de onde vêm os gritos histéricos do menino de frente para a gôndola de chocolates. E a expressão utilizada é "to throw a tantrum", então para criticar a filha mimada da sua vizinha, diga, enquanto revira os olhos, com ar de quem tem PhD em Psicologia Infantil, "she is such a spoiled little princess, she's always throwing a tantrum".
"To whine" = gemer, choramingar, fazer manha. Aquele garotinho que fica abraçado com o brinquedo caríssimo na loja, falando com voz chorosa "por favor, compra para mim, compra agora" está "whinning". Você pode cochichar com seu namorado sem filhos "he's a whiner" ou "what a whiny boy" ("whiney" também é correto). Como a pronúncia é a mesma que a da palavra "wine" (vinho), se você quiser levar um chute na canela, pode perguntar ao menino "would you like some cheese with your whine?"
Resumindo: a adorável criatura, que além de ser um "spoiled brat", é uma "bully" famosa na creche, sai de casa já "cranky", passa no supermercado com o pai e começa a ficar "whiny" pedindo um brinquedo que sabe que não vai ganhar. O pobre pai tenta argumentar, mas quem nasce "cheeky" morre "cheeky". Não convencendo ninguém, ela "throws a tantrum". O pai arrasta o polvo (sim, criança pequena dando birra é mais difícil de ser carregada que um polvo epiléptico) até o carro. E aí ela passa o resto do dia "sulking".

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Preschool!

Essa semana tivemos o primeiro dia de escolinha da Grace. Ela agora é uma preschooler! Isso significa que duas vezes por semana, por duas horas e quinze minutos por dia, ela fica na escolinha brincando com outras crianças.
Isso vai ser muito bom pra ela. Ela precisa aprender a brincar com crianças da idade dela, e também a dividir os brinquedos e ver que nem sempre ela pode mandar na brincadeira. Ela também vai aprender a ouvir e a obedecer. Acho que ela sabe tudo isso, e nem tenho dificuldades com isso, mas também é bom que seja uma pessoa de fora falando tudo isso pra ela. Sei lá.
Bom, no primeiro dia a gente deixou ela só por meia hora lá, mas a gente ficou junto (os pais dela e eu). É engraçado... até chorei com o livrinho que a professora leu: Kissin Hand. É a história de um racoon indo pro primeiro dia na escolinha. Muito lindinha a história. Mas acho que chorei mesmo porque vi a minha menininha toda crescida, sentada na rodinha, com os coleguinhas e a professora.
No segundo dia deixamos ela lá por uma hora e depois voltamos pra buscá-la. Ela tava toda enturmada, quase que nem queria vir embora.
A Tina e eu ficamos comentando que queríamos que ela agarra-se nossas pernas e dissesse: "Não, eu não quero ficar aqui!! Me leva pra casa!!!"
Tá, no fundo não queríamos isso, pois sabemos que é melhor pra ela ficar lá sem sofrer, mas e o nosso sofrimento, onde fica? Puxa... doeu um bocado saber que agora ela não é só minha, que agora ela vai ter o mundinho dela...