segunda-feira, 30 de junho de 2008

Mais American Girl

A Fran me pediu pra colocar umas fotinhos das American Girl dolls, e como acho que mais gente ainda não conhece a coleção, aqui vai.
Tem a Just Like You (como você): você escolhe a cor dos olhos, a cor dos cabelos, se longos ou curtos, se lisos ou cacheados, e também cor da pele. E você pode comprar as mesmas roupinhas das bonecas em tamanho infantil, pra combinar.

As garotas de época.
Estas são as personagens principais, mas elas também possuem uma melhor amiga que é vendida separadamente e que participa das aventuras mencionadas nos livros. Os livros podem ser retirados em bibliotecas aqui nos EUA, caso alguém tenha interesse.
Kaya 1764 (corajosa nativa)
Felicity Merriman 1774 (garota espirituosa da era colonial)
Josefina Montoya 1824 (esperançosa garota do Novo México)
Kirsten Larson 1854 (brava pioneira)
Addy Walker 1864 (garota corajosa vivendo durante a Guerra Civil)
Samantha Parkington 1904 (garota da era vitoriana cheia de compaixão)
Kit Kittredge & Ruthie 1934 (vivem na Grande Depressão, é sobre a Kit o novo filme da American Girl que está nos cinemas agora)
Molly McIntire 1944 (garota patriótica vivendo durante a Segunda Guerra Mundial)
Julie Albright 1974 (garota criativa dos anos 70)
A garota do ano (Girl of the Year) que representa 2008: Mia St. Clair (patinadora)Tem também a coleção Bitty Baby, com bebês fofíssimos. Eles também vêm com diferentes opções de pele e olhos, e do cabelinho pintado na cabeça, mas eles não vêm com cabelo como as bonecas.
Ainda tem a coleção Bitty Twins, com dois bonecos, que podem ser dois meninos, duas meninas, ou um de cada. Eles são bonecos toddlers, aparentam ter dois ou três anos.
As bonecas Just Like You e as de época são para meninas maiores de 8 anos, as outras para maiores de 3. Para mais informações e fotos veja o site American Girl. Não esqueça de checar a mobília e os acessórios que eles têm. É só clicar nas fotinhos que aparecem mais e mais.

domingo, 29 de junho de 2008

American Girl Doll

Sábado fui com a Liv pra biblioteca aprender a costurar roupinhas pra American Girl Doll dela.
Pra quem não sabe, American Girl é uma marca de bonecas customizadas. Você pode comprar uma boneca que se parece com você (Just Like You, com mesma cor de cabelo, olhos, e pele) ou uma boneca de personagens de época (Historical Characters, que se parece com uma pessoa escolhida pra representar uma época). A Liv tem a Just Like You, que é a carinha dela.
Essas bonecas são carinhas. A Just Like You, com livrinho e cd (é o pacote mínimo) custa 90 dólares, e vem com uma roupinha básica, se quiser adicionar uma outra roupa custa de 20 dólares pra mais. As de época custam de 90 pra mais. E eles têm de tudo, até mobília e comidinha falsa. Uma graça! Se eu fosse criança também iria querer uma. hehehe
Imagina a nossa felicidde ao descobrir que poderíamos aprender a fazer as roupinhas! Muito mais barato que comprá-las na loja.
Enfim, chegando na biblioteca descobrimos que a aula era pra crianças maiores de 10 anos, e a Liv nem tem 8 ainda. A professora permitiu e a gente pediu pra ficar no cantinho e ajudar a Liv, já que ela não sabia costurar. Eramos as únicas lá. As mães de todas as outras 11 meninas haviam largado as crianças lá e ido aproveitar o tempo livre, ou ficar com os outros filhos.
ATina começou a ajudar a Liv e a menina sentada ao lado dela começou a olhar pra mim, com olhar de perdida. Fui ajudá-la, claro. Logo a outra também precisou de assessoria, e assim foi que acabei ajudando a todas. A gente ajudou a colocar mais linha nas agulhas, a cortar, dor ponto de nó, virar, dobrar, alinhar, colocar e tirar alfinetes, enfim, coisinhas que as meninas precisavam.
Foi um barato! Mas me pergunto como a professora daria conta de 12 meninas de 10 a 12 anos que mal sabia costurar. Até fiquei com peninha das meninas, porque via o quanto era complicado pra elas, mas elas deram conta. Com pontos grandes demais e zigue-zagues nas costuras, todas deram o melhor de si (ou quase), mas todas saíram de lá com um par de calças pra sua boneca.
A Liv deu um show! Pontos pequenos e alinhados. Melhor que muitas que estavam lá. E ela era a mais novinha. Show de bola!
Agora a Tina já comprou mais moldes e panos. Até agora saiu um poncho reversível. De um lado é rosa-bebê e do outro é um rosa escuro com detalhes em preto, bem chique. Vamos ver até quando vai durar a febre de fabricação de roupas para bonecas.

sábado, 28 de junho de 2008

Boca aberta ou fechada?

Na minha família sempre se falou que era falta de educação mascar chiclete de boca aberta, afinal "quem masca de boca aberta é vaca" foi o que mais ouvi durante minha infância. Não só da minha família, mas das famílias de minhas amigas também. Será que somos as únicas?
A minha vida inteira acreditei que deveríamos mascar de boca fechada, que não tem nada mais irritante que alguém mascando chiclete de boca aberta, e que era, inclusive, sinal de maus modos.
Pois hoje, beirando os trinta, ainda acredito nisso. Acho tremendamente irritante quando alguém senta do meu lado e começa a mascar de boca aberta. Irritante e até nojento. Sei lá.
Esses dias ouvi de alguém que "não se aproveita todo o sabor sem mascar de boca aberta." Por ser a pessoa quem era, não pude confidenciar a ela meus pensamentos sobre o assunto, então resolvi vir aqui e perguntar: O que você acha? É irritante quando alguém masca chiclete ao teu lado de boca aberta? Você também acha que só se aproveita o sabor do chiclete de boca aberta?
Por favor, deixe sua observação sobre o assunto.
Grata.

Chicletólatras Anônimos

Lendo o post do Crônicas do Iglu de hoje, sobre o vício do chicletes, decidi que era hora de admitir meu vício: sou viciada em chicletes.
Tudo começou casualmente, alguém me apresentou a tal goma-de-mascar dizendo que não teria problema, que não era viciante. Lembro ainda dos lembretes de não engolí-lo, correndo o risco de o dito cujo alojar-se nos intestinos e colá-los de forma que não poderia mais utilizá-los. Lembro dos pesadelos após ter engolido um, por acidente, porque alguém me deu um tapinha nas costas desavisado. Lembro de ter experimentado diversos tipos, grandes e pequenos, dos que são bons pra fazer bolas e dos que esfarelam na boca, dos de morango, tutti-fruti, hortelã, menta, uva, banana, enfim, de tudo que é tipo.
O tempo foi passando e eu achando que não era nada, que ele nem era indispensável na minha vida. Mas bastava almoçar na rua, principalmente na época de faculdade, pra perceber que se levar escova de dentes pro restaurante era complicado (e convenhamos, até motivo de piadinhas), carregar uma cartela de chicletes para após as refeições era visto como "cool."
O problema foi quando me mudei pros Estados Unidos. "Por quê? Não existe chicletes no lado de cima do equador?" Claro que existe, mas o problema foi a família norte-americana: a hostmom não queria que eu mascasse chicletes na frente das crianças!
Quase tive um treco. Passei semanas comendo chicletes escondida no quarto até altas horas pra matar a vontade de um dia inteiro. Escondia chicletes na bolsa, no bolso da jaqueta, na escrivaninha, na mesinha de cabeceira, tudo pra, assim que estivesse sozinha, poder mascar um chicletes sem a preocupação de não achá-lo.
Hoje mudei de família (só fiquei com aquela por dois meses, quem aguentaria mais do que isso sem chicletes?) e posso mascar chicletes a vontade. Ainda escondo meus chicletes pelo quarto todo (quase todas as minhas gavetas têm chicletes) e pelas bolsas e mochilas, mas masco feliz, com a certeza de que sou compreendida!
Brincadeiras à parte, sou mesmo viciada em chicletes. Claro que não troquei de família por isso, e que não passava noites mascando chicletes, mas que tive que parar de mascar na frente das crianças, isso eu tive. Adoro um chicletinho depois do almoço ou mesmo depois da janta, já que a maioria das minhas aulas são à noite e não há nada como um chicletinho pra me manter acordada. Mas agora compro chicletes bons, dos sem açúcar, e nos sabores "adulto" (nada de sabor morango ou tutti-fruti). Não economizo, mas sempre procuro comprar nos lugares mais baratos, e compro de montes, pra nunca ficar sem.
E você, também tem um viciozinho por chicletes? Pode falar, aqui somos todos amigos, e eu prometo não espalhar nada do que você me confidenciar aqui. Seu segredo está seguro comigo.
Picture from I Can Has Cheezburger.

WALL-E

What if... Mais um filme que começa na idéia do "E se..." E se a humanidade tivesse que deixar o planeta e esquecesse de desligar o último robô? Essa foi a idéia original do filme.
Achei que o filme seria para crianças, mas não, é um filme para adultos com muitas mensagens subliminares.
ALERTA: Caso não queira saber sobre o filme pule os próximos TRÊS parágrafos.
O filme se passa em 2815. A humanidade deixou o planeta Terra num cruzeiro espacial que deveria durar 5 anos, após os quais eles retornariam. Mas agora já se passaram 700 anos, e gerações e mais gerações se passaram, e os que hoje vivem na espaçonave não mais sabem o que é a terra.
As pessoas se tornaram extremamente obesas, passam seus dias sentados em cadeiras flutuantes que os levam para todos os lados, assistem a um holograma que se localiza logo à frente de seus olhos, a única interação que têm com outras pessoas é através do holograma, jamais levantam da cadeira, pois esta reclina e assume o papel de cama (detalhe: o quesito banheiro não foi abordado no filme), nunca sequer caminharam na vida!
O planeta Terra virou um imenso depósito de lixo! Não há vida mais na Terra! Quer dizer, quase, tem o WALL-E (ele é um compactador de lixo, cujo nome é Waste Allocation Load Lifter Earth-Class), uma barata e uma pequena plantinha.
FIM DO ALERTA (ufa!)
É um filme esperançoso, mas também uma crítica ao que estamos nos transformando. Somos uma sociedade consumista que está estragando o planeta Terra. Queremos sempre o conforto, o fácil, o menos trabalhoso, sem sequer considerarmos as consequências futuras tanto para o planeta quanto para as próximas gerações.
Não quero entrar em mais detalhes aqui, mas realmente recomendo o filme.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Haircut

What, you never give yourself haircut?
Quê, você nunca corta o cabelo?
From I Can Has Cheezburger.

Shoehuahua

You're right... Humans don't land on their feet

Adoro o site I Can Has Cheezburger. Eles têm várias fotos de gatos (e outros bichanos) com frases divertidas. Como essa:
"Você estava certo. Humanos não caem em pé"

Good Morning Hugs

Dear God,

So far it's been a good day-
I haven't yelled, I haven't spat.
I haven't gossiped or kicked the cat.
I haven't lied & haven't cussed,
I haven't whined or even fussed.
But great the task that lies ahead,
for now I must get out of bed.


(Postcard received from Suzana)

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Tirando o pó

Não sei se só tirando o pó daqui, ou o de mim mesma.
Andei arrumando umas coisas por aqui. Meus bagulhos. Acho que perdi o marcador de páginas lindo que a família me deu. Não consigo achar de jeito nenhum. Amanhã vou procurar melhor.
Eles fizeram o marcador pelo site do M&M's, onde você escolhe um M&M pra representar você. Fizeram M&M's das kids me dando flores e bombons, e escreveram coisas lindas. Até plastificaram.
Amanhã preciso achar esse marcador.
No mais as coisas vão indo. hehehe
Logo é o aniversário do polaquinho aqui. Vamos ter festa com churrasco (americano), pula-pula e escorregador de água. Eles são infláveis, bem legais. É meio trabalhoso pra montar e desmontar (pior pra desmontar, porque tem que dobrar direitinho pra caber na sacola) mas as kids amam tanto que não tem como a gente recusar.

Andei atualizando minha lista de blogs e sites aí ao lado. Logo pretendo atualizar o Au Pair Dicas também. Se alguém estiver disposto a ajudar é só falar. hehehe
Um bom verão pra vocês que estão por aqui, e bom inverno pros meus amados do Brasil!